Estados Unidos – Bósnia e Herzegovina (Copa do Mundo 2026)
A seleção dos Estados Unidos vai ser a última das três nações anfitriãs a entrar em cena nesse “mata-mata” da Copa do Mundo 2026. Pela frente, os norte-americanos vão ter a congénere da Bósnia e Herzegovina.
Análise Estados Unidos
À boleia de um “ambição desmedida”, várias vezes verbalizada pelo selecionador Mauricio Pochettino, a seleção dos Estados Unidos está no “mata-mata” dessa Copa do Mundo 2026.
O selecionador argentino, que terá adaptado seu discurso à “megalomania americana”, aponta mesmo à conquista da competição, objetivo que nos parece excessivamente ambicioso dadas as condições da equipe que tem sob suas ordens.
Cenários hipotéticos (e pouco prováveis) à parte, o foco para perspetivar aquilo que os americanos poderão fazer nesse “mata-mata” passa, antes de tudo, por olhar para aquilo que fizeram até então. O balanço relativo à prestação na primeira fase é necessariamente positivo, já que os estadounidenses venceram o Grupo D e, diga-se de passagem, deixaram ótimas indicações nos enfrentamentos que venceram, frente às seleções de Paraguai (4-1) e Austrália (2-0). Na última rodada, já com o primeiro posto da chave assegurado e a adversária Turquia eliminada, os americanos “rodaram” alguns dos seus elementos e perderam por três a dois em um jogo bem entretido.
Por aquilo que exibiu nos dois primeiros jogos, a seleção americana parte para esse embate com a Bósnia com o favoritismo do seu lado. Os eleitos de Pochettino têm “mais futebol” que essa Bósnia e qualidade mais que suficiente para irem para cima do adversário desde o primeiro momento, se estabelecerem nas imediações da área contrária e criarem muitas dificuldades à defesa adversária. Por outro lado, vão encontrar um adversário bem físico, combativo, solidário a defender e que promete não dar grandes espaços, ainda mais em um contexto a eliminar.
Balogun, com dois gols na estreia, continua a ser o artilheiro dos americanos na competição.
Os oito gols marcados em três jogos nessa Copa do Mundo 2026 são um ótimo cartão de visita para aquilo que é o potencial ofensivo dessa seleção norte-americana.
Ream, Freeman, Dest, Robinson, Pulisic e Balogun deverão reassumir seus lugares na equipe inicial nesse desafio.
Escalação provável: Freese, Freeman, Ream, Richards, Robinson, Adams, Tillman, Dest, McKennie, Pulisic, Balogun
Análise Bósnia e Herzegovina
A Bósnia e Herzegovina se classificou a esse “mata-mata” como uma das melhores terceiras colocadas da fase de grupos.
Os europeus terminaram no quinto posto desse ranking com um registo de quatro pontos conquistados e um gol negativo.
Agora, os eleitos de Sergej Barbarez vão se enfrentar, pela segunda vez, a uma das nações anfitriãs: em seu primeiro encontro nessa Copa do Mundo 2026, empataram a um gol com o Canadá.
Depois da igualdade inaugural, a seleção da Bósnia mediu forças com a Suíça e saiu vergada por quatro a um, mas o resultado final não foi assim tão fiel ao que aconteceu no gramado do SoFi Stadium, em Los Angeles. A expulsão de Tarik Muharemovic aos 34 do segundo tempo, quando a Suíça vencia por um a zero, fez com que a golada se precipitasse: Vargas fez o dois a zero volvidos cinco minutos, Manzambi aumentou para três a zero já em cima do apito final e, antes do “soar do gongo”, ainda houve tempo para Ermin Mahmic fazer o 3-1 e, logo de seguida, Xhaka fechar as contas em 4-1. Ainda que a Suíça tenha sido globalmente melhor, o resultado desnivelado foi construído após os bósnios terem ficado em inferioridade numérica.
Na derradeira rodada, os bósnios precisavam de três pontos para totalizarem quatro, margem que à partida seria suficiente para avançar. Em Seattle, frente a uma seleção em bloco baixo e reativa (como foi apanágio ao longo de toda a competição), os bósnios assumiram as despesas do jogo, estiveram sempre na frente do marcador e foi com naturalidade que carimbaram uma satisfatória e valorosa vitória por três a um.
A Bósnia sofreu gols nos três jogos disputados nessa Copa do Mundo 2026.
Pela organização e sobretudo combatividade que exibiram, os bósnios justificaram o acesso a essa fase. Ainda que estejam longe de ser uma equipe espetacular, que tenham um “handicap” de talento em relação à maioria das equipes e que sejam uma formação de processos simples, têm claramente nível “mundialista” e acreditamos que possam criar dificuldades aos Estados Unidos nessa eliminatória, mesmo considerando o favoritismo do adversário.
Escalação provável: Vasilj, Dedic, Katic, Muharemovic, Kolasinac, Bajraktarevic, Sunjic, Basic, Alajbegovic, Dzeko, Demirovic
O que apostar no Estados Unidos – Bósnia?
O favoritismo norte-americano para esse desafio é total. A seleção dos Estados Unidos apresentou um ótimo nível na primeira fase (sobretudo nos dois primeiros jogos), fez descansar algumas das suas principais unidades no encontro da derradeira rodada, joga com o apoio do seu público e aparenta ter melhores recursos que a Bósnia. Qualquer desfecho que não o acesso norte-americano será surpreendente.
Outras Sugestões de Aposta
Vitória dos Estados Unidos @1.40
Perguntas sobre o Estados Unidos – Bósnia
1. Quando acontece o Estados Unidos – Bósnia?
O Estados Unidos – Bósnia acontece na quarta-feira, 1 de julho de 2026, a partir das 21h00 de Brasília.
2. Onde posso assistir o Estados Unidos – Bósnia?
Poderá assistir o Estados Unidos – Bósnia em direto na televisão aberta através da TV Globo e do SBT. A CazéTV também vai transmitir o desafio em suas plataformas.
O Estados Unidos – Bósnia está na Bet365!
Autorizado pela Portaria SPA/MF Nº 250, de 07/02/2025
Boas Apostas!