República Checa – Brasil (Amistoso Internacional)
República Checa e Brasil se enfrentam na próxima terça-feira, dia 26 de março, às 16h45, no Estádio Sinobo Stadium (Praha). Este jogo é referente aos Amistosos Internacionais, da temporada de 2019.
A República Checa teve uma campanha ruim nas eliminatórias europeias, ficando em terceiro lugar num grupo com Alemanha, Irlanda do Norte, Noruega, Azerbaijão e San Marino. A equipe atual não lembra nem de longe a boa equipe de Pavel Nedved e Tomáš Rosický, que era considerada uma das favoritas a vencer a Euro 2004, onde acabou perdendo para a eventual campeã Grécia nas semi-finais.
A República Checa atual disputa a Liga B europeia, que é considerada a segunda divisão entre nações do torneio recém-criado pela UEFA. Na competição, a equipe somou 6 pontos, fruto de duas vitórias sobre a Eslováquia (2×1 e 1×0) e duas derrotas contra a campeã do grupo, Ucrânia (1×2 e 0x1). A equipe teve o melhor marcador da competição, Schick, com 3 gols. Os demais resultados pós-eliminatórias incluem vitórias sobre a Islândia, Qatar, China, Nigéria e Polônia. As derrotas aconteceram contra o Uruguai, a Austrália, Rússia e Inglaterra. Não houve empate no período.
A última partida, contra a Inglaterra pelas eliminatórias da Euro 2020, foi remarcável. Esperava-se uma vitória da Inglaterra, mas não exatamente o chocolate que foi essa partida, que terminou 5×0 para os ingleses. A República Checa saiu desconcertada e certamente vai querer mostrar serviço contra o Brasil, que também vem de um resultado vexatório contra a fraca equipe do Panamá. O atacante Patrik Schick, da Roma, costuma ser o homem mais agudo da equipe checa e terá a missão de comandar o setor mais avançado da equipe.
Provável Escalação: Pavlenka; Celustka, Gebre Selassie, Novák, Kadeřábek, Kalas, Pavelka, Darida, Souček, Jankto e Schick.

Tite terá muito trabalho se quiser mudar tantas peças de uma só vez e é até questionável a intenção de fazê-lo. É claro que a equipe tem muita qualidade, mesmo sem Neymar. Juntamente com o setor defensivo, (que falhou nessa partida), o setor ofensivo, que mais precisava ser treinado nessa partida devido às limitações dos jogos anteriores, deixou bastante a desejar. O fato é que a pressão por bons resultados agora será maior e mais do que nunca é importante para a Seleção fazer um bom papel e deixar para trás a imagem que ficou no último jogo.
Para essa partida, a equipe de Tite deverá tentar envolver o problemático setor defensivo checo. A equipe deverá ter a bola e dominar as melhores chances de marcar os gols com, no mínimo, mais vontade do que foi visto na última partida. É esperado que a Seleção apresente alguma evolução e não jogue tanto abaixo de seu nível técnico como na última oportunidade.
Provável Escalação: Ederson Moraes; João Miranda, Fágner, Alex Telles, Éder Militão, Philippe Coutinho, Casemiro, Arthur, Lucas Paquetá, Roberto Firmino e Richarlison.
No último confronto entre essas equipes, vitória brasileira por 2×0 pela Copa das Confederações:
| Brasil | 2-0 | República Checa | Copa das Confederações |
Tendo em vista o contexto da partida, em que duas equipes pressionadas precisarão mostrar serviço, aliado aos recentes problemas defensivos de ambos, o mercado de “mais de 2.5 gols” pode ser promissor para essa partida, com odd/cota de 1.85.