Haiti – Escócia (Copa do Mundo 2026)
Duelo bem “exótico” na chave da seleção brasileira. Depois de longas ausências, Haiti (52 anos) e Escócia (28) voltam ao maior palco global de seleções e têm encontro agendado para as 22 horas (horário de Brasília) de 13 de junho no Gillette Stadium, em Foxborough, Massachusetts. O favoritismo pende, naturalmente, para o lado da “Tartan Army”.
Análise Haiti
A participação haitiana nessa Copa do Mundo 2026 funcionará, para milhares de haitianos, como um ténue escape à dura realidade que assola o país, cujo quotidiano tem sido marcado por graves episódios de violência.
Nos Estados Unidos da América, os “Grenadiers” de tudo farão para se superarem e, desse modo, melhor representarem seu povo.
Sébastién Migné tem sob suas ordens aquela que é uma das seleções pior cotadas da competição e que, sem surpresas, veste a pele de “azarão” nesse Grupo C. Jean-Ricner Bellegarde (Wolverhampton) e Wilson Isidor (Sunderland) são os dois rostos mais mediáticos de uma equipe cuja maioria dos jogadores atua ou nas divisões secundárias dos principais campeonatos europeus, ou em ligas periféricas.
Equipe que se destaca pela fisicalidade, o Haiti procurará equilibrar forças e suprimir as dificuldades técnicas e táticas por essa via, mas arriscamos afirmar que dificilmente conseguirá pontuar nesse Grupo C, consideração que tecemos tendo também em conta as qualidades dos três adversários que vai ter pela frente.
Do ponto de vista estratégico, a expetativa é a de uma equipe muito vertical, apostada em explorar a transição e que procurará com toda a certeza potenciar a capacidade de explosão dos seus jogadores dos corredores, com os laterais a desempenharem um importante papel nas chegadas à frente.
Na Copa do Mundo de 1974, o Haiti perdeu os três jogos que disputou, sofreu 14 gols e marcou apenas dois.
Escócia, Marrocos e Brasil vão proporcionar duelos com um nível de exigência ao qual o Haiti não está acostumado e precisará, naturalmente, ajustar as expetativas. O retorno ao maior palco de seleções já correspondeu, por si só, a um grande feito, restando agora procurar ser competitivo ao longo da competição em “Terras do Tio Sam”.
Escalação provável: Placide, Arcus, Arde, Delcroix, Lacroix, Deedson, Bellegarde, Jean-Jaques, Providence, Nazon, Isidor
Análise Escócia
Volvidas quase três décadas, a seleção escocesa está de volta à maior competição de seleções do globo.
A “Tartan Army”, representante de um país que “respira futebol” e que conta com uma expressiva comunidade em solo norte-americano, esforçar-se-á por rubricar uma prestação digna. Face ao enquadramento competitivo, mesmo colocando os escoceses atrás de Brasil e Marrocos, diríamos que os eleitos de Steve Clarke têm toda a legitimidade para sonhar com o acesso ao “mata-mata” e que boa parte do sucesso dependerá desse encontro com o Haiti.
A Escócia está longe de ser uma equipe de posse, de resto, tal como demonstram os números da fase de classificação. Os homens de Steve Clarke, habitualmente posicionados com um bloco médio/baixo bem compacto, procuram atrair o adversário através de uma circulação horizontal para, no momento certo, esticarem o jogo e atacarem a profundidade. Falamos de uma equipe que por norma privilegia a organização defensiva para depois sair em transição.
A seleção da Escócia nunca ultrapassou a primeira fase da Copa do Mundo.
Nesse encontro com o Haiti, a expetativa é de que a Escócia precise “fugir” um pouco desse perfil. Os haitianos deverão ceder a iniciativa aos europeus – que efetivamente são superiores em todos os capítulos – e esperar pelo erro adversário para tentarem chegar na frente. Dos três jogos nessa chave, o duelo com o Haiti corresponderá ao encontro no qual se perspetiva que os escoceses estarão mais tempo em ataque organizado, situação que os retirará daquela que é sua “zona de conforto” em termos estratégicos. Trabalhar de forma competente em zona interior será importante para desbloquear esse encontro com os haitianos.
Escalação provável: Gordon, Hickey, Souttar, McKenna, Robertson, Christie, McTominay, McGinn, Gannon-Doak, Adams, Shankland
O que apostar no Haiti – Escócia?
O favoritismo à vitória nesse desafio é escocês, mas os haitianos também vão a jogo cientes de que este é o encontro no qual têm maior probabilidade de pontuar. Os escoceses são superiores em todos os capítulos, deverão assumir os destinos do jogo e é expectável que a superior qualidade dos eleitos de Steve Clarke acabe por fazer a diferença.
Outras Sugestões de Aposta
Shankland Para Marcar @2.48
Perguntas sobre o Haiti – Escócia
1. Quando acontece o Haiti – Escócia?
O encontro entre Haiti e Escócia está agendado para as 22 horas (Brasília) de 13 de junho no Gillete Stadium, em Massachusets.
2. Onde posso assistir o Haiti – Escócia?
Poderá assistir o Haiti – Escócia de modo gratuito através da CazéTV, disponível no Youtube e na plataforma Prime Video.
O Haiti – Escócia está na Bet365!
Autorizado pela Portaria SPA/MF Nº 250, de 07/02/2025
Boas Apostas!