Itália – Bélgica (Liga das Nações)
Tal e qual como em muitos outros jogos dessa primeira rodada da Liga das Nações, o Itália – Bélgica também fica marcado por estreias no banco de suplentes: Roberto Mancini está de volta à chefia da “Squadra Azzurra”, ao passo que Mark van Bommel é o novo timoneiro dos “Diabos Vermelhos”. O enfrentamento acontece no Olímpico de Roma.
Análise Itália
A seleção italiana falhou, mais uma vez, o acesso à fase final da Copa do Mundo.
A derrota para a Bósnia, no derradeiro “play-off” de acesso, teve consequências imediatas: Gennaro Gattuso abandonou o comando da seleção e para o seu lugar chegou Roberto Mancini, técnico que foi campeão da europa com a “Squadra Azzurra” no verão de 2021.
O problema dos italianos não é meramente técnico – essa seleção italiana “deve” muito em talento a outras gerações e, embora competitiva e abaixo das expetativas em virtude dos resultados recentes, está longe de ladear as melhores seleções da atualidade.
Mancini, técnico “bem italiano” no estilo que procura incutir em suas equipes, quer que a seleção transalpina eleve o nível competitivo. Para isso, procurará incutir a organização (e até a maturidade) que tem faltado a essa equipe em tantos momentos. Esse primeiro teste, frente a um bom adversário, promete.
Escalação provável: Donnarumma, Kayodé, Bastoni, Scalvini, Calafiori, Cristante, Frattesi, Tonali,Kean, Raspadoru, Esposito
Análise Bélgica
A seleção da Bélgica viajou para a América do Norte sem grandes expetativas.
O selecionador Rudi Garcia estava já algo desacreditado, vários elementos importantes em “fim de linha” e, vários deles, inspirando preocupação do ponto de vista físico.
Na prática, as coisas até correram bem melhor que o esperado: os belgas avançaram como líderes de um grupo relativamente acessível, partilhado com Egito, Irã e Nova Zelândia, bateram o Senegal nos “16 avos”, golearam os Estados Unidos (1-4) nas “oitavas” e só viriam a cair para a campeã mundial Espanha (2-1), nas “quartas”.
Apesar do bom desempenho, Rudi Garcia deixou o cargo para dar lugar a Mark van Bommel, ex-internacional neerlandês que agora tem em mãos a tarefa de renovar essa seleção. Jogadores como Joaquin Seys, De Winter, Lavia, De Ketelaere, Fofana, Diego Moreira ou Mika Godts aparentam ser o presente e futuro dessa seleção que quer continuar a ser uma rival dura e respeitada por todos os adversários que em seu caminho se atravessem.
Van Bommel também promete instituir uma cultura futebolística bem flamenca, à medida dos “Diabos Vermelhos”, com um futebol vertical, capaz de potenciar as qualidades dos seus relacionados.
Courtois e Doku, lesionados, são as principais ausências. Van Bommel promoveu oito mudanças em relação à lista da Copa do Mundo.
Escalação provável: Lammens, Castagne, De Winter, De Cuyper, Seys, Lavia, Tielemans, De Bruyne, Trossard, Lukebakio, Lukaku
Como vai ser o Itália – Bélgica?
Itália e Bélgica têm novos selecionadores e querem iniciar esses ciclos da melhor forma possível. A expetativa é a de um jogo nivelado, provavelmente com gols das duas equipes.
Perguntas sobre o Itália – Bélgica
1. Quando acontece o Itália – Bélgica?
O Itália – Bélgica acontece a 25 de setembro de 2026, às 15h45 de Brasília.
2. Onde acontece o Itália – Bélgica?
O Itália – Bélgica vai acontecer no Stadio Olimpico, em Roma, Itália.
3. Onde assistir o Itália – Bélgica?
O Itália – Bélgica vai ter transmissão por streaming, no Disney+.
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