Inglaterra – Argentina (Copa do Mundo 2026)
A segunda semi dessa Copa do Mundo 2026, entre as seleções de Inglaterra e Argentina, promete ser um dos desafios mais marcantes da competição. A qualidade das duas equipes, aliada à rivalidade que divide as duas nações tanto por questões geopolíticas quando esportivas, “aquece” o duelo.
Análise Inglaterra
Quarenta anos depois, a seleção inglesa que escrever uma história distinta.
Em 1986, no Azteca, uma das partidas mais icónicas da história do futebol mundial, precisamente entre Inglaterra e Argentina, terminou com uma vitória da “albiceleste”.
Diego Armado Maradona foi o grande protagonista do desafio ao apontar dois dos gols mais memoráveis da história do jogo: um deles, a famosa “Mano de Dios”, o outro, por muito apelidado de “Gol do Século”, no qual driblou toda a equipe inglesa.
Os eleitos de Thomas Tuchel acreditam que é possível “levar a Copa para casa” e sabem que só apresentando sua melhor versão poderão avançar. Para chegar até aqui, tiveram que ultrapassar desafios consideravelmente exigentes: venceram a República Democrática do Congo (2-1) “de virada”, o México (2-3) na altitude do Azteca e, por fim, a Noruega após prorrogação.
Em todos esses desafios, diríamos que a Inglaterra apresentou seu melhor nível no enfrentamento com a Noruega, partida na qual foi mais dominadora, perigosa e se classificou graças a dois gols da autoria de Jude Bellingham, o segundo já na prorrogação. De resto, o fato de Harry Kane e Jude Bellingham estarem brilhando nessa fase é um fator que não pode ser desconsiderado: ter as duas “estrelas da companhia” em bom momento pode ser fulcral para essa Inglaterra que, apesar de ter muita qualidade no ataque, não apresenta grandes dinâmicas em termos coletivos. Por isso mesmo, as qualidades individuais desses jogadores, assim como de Saka e sobretudo Gordon, podem fazer a diferença.
Nota para o fato de os ingleses terem sofrido gols nos três jogos da fase a eliminar. Os comandados de Tuchel estão longe de ser propriamente rigorosos do ponto de vista defensivo.
Escalação provável: Pickford, Konsa, Stones, Guehi, O’Reilly; Rice, Anderson; Saka, Bellingham, Gordon; Kane
Análise Argentina
A campeã do mundo em título está a um pequeno passe de poder chegar na decisão e defender seu estatuto.
Longe do brilhantismo de há quatro anos do ponto de vista exibicional, essa Argentina tem valido sobretudo pela combatividade, pelo sacrifício, pela capacidade de saber sofrer e responder que advém da maturidade competitiva e, claro, pela capacidade individual de muitos dos seus intérpretes, capazes de “tirar um coelho da cartola” quando menos se espera.
A “Scaloneta” não é espetacular, mas é competente e sobretudo um grande grupo que não soçobra perante cenários de adversidade e que, naturalmente, tem um tremendo “ás” em Lionel Messi. O encontro com o Egito foi um ótimo exemplo nesse sentido: a 15 minutos do fim, os argentinos perdiam por dois a zero e estavam à beira da eliminação, mas ainda tiveram capacidade para responder e “virar” antes do fim do tempo normal.
Já nas “quartas”, frente à Suíça, a Argentina voltou a ser melhor, mesmo sem ter rubricado uma exibição “de encher o olho”. Adiantou-se cedo no marcador, foi quase sempre mais equipe mesmo quando o encontro foi para um “momento estranho”, em jeito de alternância de momentos e, na prorrogação, venceu por três a um. Mais uma vez, um momento de genialidade individual fez a diferença, quando Julián Álvarez atirou com destino ao fundo da rede da baliza defendida por Kobel e fez o dois a um.
Apesar de ter avançado com todo o mérito, a Argentina foi obrigada a “horas extra”, tal e qual como a Inglaterra. Se por um lado partem em igualdade de circunstâncias, também não é menos verdade que os argentinos têm seus principais elementos mais envelhecidos comparativamente aos ingleses. Ainda assim, por se tratar de uma semi e de um encontro dessa magnitude, a dimensão psicológica poderá com certeza se sobrepor e fazer com que o desgaste físico seja atenuado.
Assim como os ingleses, também a Argentina sofreu gols em todos os jogos nessa fase a eliminar, quatro deles ante seleções francamente mais vulneráveis, nomeadamente Cabo Verde e Egito. Assim encontramos outro ponto comum entre essas duas nações: o fato de estarem longe de se destacar pelo rigor no espectro defensivo.
Escalação provável: Emiliano Martínez; Molina, Romero, Lisandro Martinez, Tagliafico; Paredes; De Paul, Fernández, Mac Allister; Messi, Alvarez
O que apostar no Inglaterra – Argentina?
Clima de jogaço! Ninguém vai querer perder esse duelo que vai muito para lá da questão esportiva. Inglaterra e Argentina prometem uma disputa bem acirrada, ou não estivesse em jogo o acesso à final da Copa do Mundo. O fato de as maiores virtudes de ambas as equipes residirem no ataque, em “contra ponto” com seus sistemas defensivos mais débeis, poderá proporcionar um jogo com alguns gols.
Outras Sugestões de Aposta
Mais de 1.5 Gols @1.40
Perguntas sobre o Inglaterra – Argentina
1. Quando acontece o Inglaterra – Argentina?
O Inglaterra – Argentina está agendado para 15 de julho de 2026, às 16h00 de Brasília.
2. Onde assistir o Inglaterra – Argentina?
O Inglaterra – Argentina vai ter transmissão na televisão aberta através da TV Globo e nas plataformas da CazéTV.
O Inglaterra – Argentina está na Bet365!
Autorizado pela Portaria SPA/MF Nº 250, de 07/02/2025
Boas Apostas!