A bola já rola na fase de apuramento para a Liga dos Campeões 2018/19 e os emblemas que avançam para a segunda pré-eliminatória já são conhecidos. Entre eles, alguns emblemas que nos últimos anos estiveram na fase de grupos da competição.

Ludogorets não deu chances

Foto: "Inpho/Stephen Hamilton"

Foto: “Inpho/Stephen Hamilton”

De entre os 32 emblema que competiram nessa primeira pré-eliminatória de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões, o Celtic se afirmava como o emblema mais cotado à escala europeia, apesar do declínio a nível continental que evidenciou nos últimos anos. O time escocês não teve dificuldades para despachar o emblema arménio do Alashkert por um resultado agregado de seis a zero (0-3; 3-0). O

No entanto, o time de Glasgow não foi o único com presença recente em uma fase de grupos que esteve nessa fase. Os búlgaros do Ludogorets Razgrad foram demolidores: se superiorizaram ao Crusaders da Irlanda do Norte por um resultado agregado de nove a zero, isso após uma goleada “à antiga”, de sete a zero, na Bulgária. O Astana passou pelos montenegrinos do FK Sutjeska com dupla vitória e resultado agregado de três a zero, enquanto o Légia Varsóvia, único time polaco a marcar presença em uma fase de grupos da Liga dos Campeões nos últimos anos, bateu o Cork City por quatro a zero. O Qarabag, presente no “grupo da morte” da última edição, teve que sofrer para afastar o Olimpija Ljubljana graças a uma vitória por um a zero na Eslovénia.

TNS esteve perto de fazer história

O Shkendija esteve em grande na partida de ida da eliminatória frente ao The New Saints, disputada em Tetovo, tanto que conquistou uma vitória por cinco a zero com um “póker” de Besart Ibraimi. O resultado alcançado pelo time da Macedónia, maioritariamente apoiado por albaneses, permitia encarar a volta com tranquilidade.

No entanto, contra todas as probabilidades, a eliminatória viria a terminar com um resultado agregado bem equilibrado… O The New Saints chegou ao intervalo a vencer por três a zero no estádio Park Hall, em Oswestry, Inglaterra, e precisava de dois golos no segundo tempo para igualar a eliminatória. Kurtis Byrne, aos 90+6, ainda fez o 4-0, demasiado tarde para conseguir um outro gol que levasse a eliminatória para a prorrogação.

Rosenborg esteve em maus lençóis

O Rosenborg passou por muitas dificuldades para eliminar o Valur, time islandês com maior ritmo competitivo nessa altura da época dado que seu campeonato doméstico vai a meio.

Após uma derrota por um a zero no terreno do Valur, o Rosenborg precisava dar a volta ao rumo dos acontecimentos do estádio Lerkendal, em Trondheim. Passou para a frente aos dez minutos do segundo tempo na sequência de uma grande penalidade convertida por Nicklas Bendtner, marcaria o gol que permitia avançar aos 27 minutos, por intermédio de Anders Trondsen, mas um “balde de água fria” cairia em Trondheim a cinco minutos do apito final, altura em que Kristinn Sigurdsson atirou certeiro da marca do castigo máximo.

O Rosenborg precisava de um gol para seguir em frente e eis que ao terceiro minuto da compensação, o árbitro do desafio assinala o terceiro penalty do jogo, desta feita favorável aos donos da casa. Com o acesso em seus pés, Nicklas Bendtner não desperdiçou e bateu o goleiro Anton Einarsson.

Suduva surpreende

Nessa primeira pré-eliminatória que terminou sem muitas surpresas, a eliminação dos cipriotas do APOEL Nicósia acabou por ser uma das maiores. O time que nos últimos até chegou na fase final da Liga dos Campeões caiu às mãos do FK Suduva da Lituânia. Após uma derrota na ida com três gols de Rigino Cicilia, atacante de 23 anos natural de Curaçao, o APOEL não foi capaz de dar a volta jogando em seus domínios e o gol apontado por Mickael Poté ainda no primeiro tempo do encontro disputado em Nicósia não foi suficiente para seguir em frente.

Boas Apostas!