Na quarta-feira, 11, a Copa do Mundo da Rússia conhecerá seu segundo finalista após o duelo entre a seleção da Croácia e a seleção da Inglaterra, marcado para acontecer às 15h (horário de Brasília) na Arena de Luzhniki. O confronto entre as duas seleções definirá o adversário do vencer entre França e Bélgica, que jogarão na terça-feira (12) também às 15 (horário de Brasília). Deste jogo entre os croatas e ingleses poderá trazer uma seleção finalista inédita, já que a Croácia nunca chegou a uma final de Copa do Mundo na sua história, ou então possibilitar o bi da Inglaterra, que embora seja a seleção onde o futebol surgiu, tem apenas um título mundial, conquistado no distante ano de 1966, quando a Copa foi realizada justamente no país britânico. A partida de quarta-feira ainda colocará frente a frente dois grandes centroavantes, Harry Kane por parte da Inglaterra, e Mandzukic entre os croatas.

Fase de grupos tranquila e mata-mata difícil

Croácia comemorando classificação para as semifinais.

Croácia comemorando classificação para as semifinais.

Caindo num grupo complicado, ao lado de Argentina, Islândia e a Nigéria, a seleção da Croácia surpreendeu ao passar com tranquilidade pela primeira fase e vencer todos os três jogos da fase de grupos, incluindo uma vitória por 3×0 contra os argentinos de Lionel Messi, onde foi dominante durante os 90 minutos. Ao final da primeira fase, a Croácia tinha, surpreendentemente, uma das melhores campanhas até ali (ao lado do Uruguai e Bélgica), com três vitórias, sete gols marcados e apenas um sofrido (na última rodada no 2×1 com a seleção da Islândia).

Na sequência deixou para traz aquela tranquilidade dos primeiros jogos para se classificar no sufoco. Logo nas oitavas de final, a equipe de Modric enfrentou a Dinamarca, que não vinha fazendo uma grande campanha, mas o suficiente para passar de fase no grupo da França. Contra os dinamarqueses, a Croácia saiu atrás no placar logo no primeiro minudo de jogo, empatou três minutos depois e levou o 1×1 até o final da prorrogação. Com isso, a decisão foi para os pênaltis, onde o goleiro Subasic brilhou ao defender três penalidades e classificou a Croácia para as quartas de final.

Na fase seguinte veio então um jogo emocionante contra a seleção anfitriã, Rússia. Novamente sem muita facilidade, a Croácia saiu atrás no placar, empatou no tempo normal, virou na prorrogação, sofreu o empate também no tempo extra e levou a decisão das quartas de final para as penalidades. Contando com um pênalti muito mal cobrado pelo camisa 10 russo Smolov e com o brasileiro naturalizado russo Mario Fernandez desperdiçando sua cobrança, a Croácia venceu por 3×4 (mesmo com Kovacic errando seu pênalti) e avançou de fase.

Vitórias graças ao artilheiro da Copa

Harry Kane defendendo a Inglaterra.

Harry Kane defendendo a Inglaterra.

Caindo no grupo mais desequilibrado da Copa, ao lado da forte Bélgica e acompanhado das frágeis Tunísia e Panamá, a Inglaterra foi bem na primeira fase, venceu as duas seleções mais fracas do grupo nas duas primeiras rodadas, contando com cinco gos do seu camisa 9, Harry Kane,  e só foi derrotada pela também semifinalista Bélgica, quando as duas equipes jogaram com seus times reservas. Depois das três jogadas da fase de grupos, a Inglaterra já contava com o goleador do Mundial, Harry Kane, que marcou cinco gols em três jogos e ficou na frente até mesmo do craque português Cristiano Ronaldo, que tinha quatro gols.

Nas oitavas de final, suou para passar pela seleção da Colômbia, já que marcou seu gol graças ao pênalti convertido pelo artilheiro da Copa, Harry Kane, mas sofreu o empate no último lance do tempo normal. Mantendo o 1×1 durante toda a prorrogação, as duas seleções decidiram a vaga nas penalidades, onde o goleiro Pickford se agigantou para defender uma penalidade e foi o heróis na classificação inglesa. Nas quartas de final, os ingleses enfrentaram um adversário mais tranquilo e venceram a seleção da Suécia com facilidade, garantindo um 0x2 e sendo dominante durante grande parte da partida.

Boas Apostas!